Quem leu o livro diz:

“Hoje informação de qualidade com evidência científica atual é escassa no Brasil. Nesse livro pude encontrar apoio e suporte para seguir empoderada [no] meu instinto materno natural, alheia aos achismos populares ou, pior, aos conselhos decadentes dos profissionais desatualizados. O livro é ótimo, é completo, é encorajador. Parabéns!” – Tatielly A.

Segue trecho do livro Manual Prático de Aleitamento Materno do pediatra Dr. Carlos González, onde é abordado o tema “Frequência das mamadas”.

“Os partidários de limitar a duração das mamadas costumam dizer que “em cinco minutos os bebês esvaziam um peito e a partir disso só brincam com o mamilo. […]

Entretanto, essa interpretação apressada omite vários pontos importantes. Primeiro, no estudo original limitaram a mamada artificialmente a 10 minutos, o que significa que provavelmente muitos bebes não conseguiram mamar 100% do que teriam mamado com uma amamentação em livre demanda, e a porcentagem (80 ou 90%) em 4 minutos é superestimada. Segundo, os bebês necessitam cobrir 100% de suas necessidades, não só 90%. Terceiro, o leite final é mais rico em gorduras, até 5 vezes mais, ou seja, 10% do volume final contém bastante mais que 10% das calorias. Não se trata de que a maioria dos bebês mamem a maior parte do leite, mas que todos os bebês mamem todo o leite que necessitam e isso só pode ser conseguido se permitirmos que mamem o tanto que quiserem. Além disso, o peito não proporciona só nutrição, mas também contato, carinho e consolo; ”brincar” com o mamilo também é uma atividade legítima, e se a mãe está satisfeita com a situação não há motivo para colocar limites. […]

A conclusão foi que o bebê é quem deve determinar a duração da mamada, e que não é possível estabelecer regras arbitrárias.”

Saiba mais sobre o livro neste link.